Termoablação endovenosa com Laser de varizes tributárias
Tratamento minimamente invasivo para as varizes colaterais — alternativa à microcirurgia.
O que é a termoablação com laser endovenoso?
A termoablação com laser endovenoso é um procedimento minimamente invasivo para fechar veias insuficiente. Diferentemente da escleroterapia (que usa químicos) ou da cirurgia convencional (que remove a veia), o laser gera calor interno que danifica termicamente a parede interna do vaso.
O equipamento consiste em um laser de diodo com comprimento de onda 1470nm. A fibra óptica, finíssima (com apenas 0,4 mm de diâmetro), é inserida dentro da veia através de um cateter ultrafino, posicionado sob visualização ultrassonográfica em tempo real. Enquanto a fibra é lentamente puxada ao longo da veia, o laser dispara contínua e precisamente, mantendo uma temperatura interna entre 120°C e 140°C.
Esse calor destrói o colágeno na parede da veia, causando encolhimento e fusão do vaso. A veia fica obstruída e, ao longo de semanas, é progressivamente absorvida pelo organismo.
Trata-se, na essência, da mesma técnica empregada na termoablação endovenosa da veia safena, aplicada aos ramos de menor calibre. O procedimento é realizado em ambiente ambulatorial, com anestesia local e sem necessidade de internação
Varizes tributárias e safena: qual a diferença?
A veias superficiais das pernas se organizam em dois grupos: as veias tronculares, que são a veia safena magna, a veia safena parva, a veia safena anterior e a safena acessória posterior, e as veias tributárias ou colaterais, que são veias que "desaguam"nas veias tronculares. Essas veias geralmente não têm nomes específicos e formam os cordões salientes e azulados que aparecem na superfície da pele.
Quando a safena apresenta refluxo (insuficiência), ela precisa ser tratada para resolver a origem hemodinâmica do problema. As tributárias correspondem ao que se manifesta na superfície, e é nelas que atua a técnica descrita nesta página. Por isso, o tratamento das tributárias é frequentemente planejado em conjunto com o da safena, e não de forma isolada.

Por que fechar a veia por dentro, em vez de retirá-la?
Existem dois caminhos para tratar uma veia tributária de médio ou grosso calibre: removê-la fisicamente — o que corresponde à microcirurgia de varizes — ou fechá-la internamente por ação do calor ou por um medicamento, permitindo que o corpo a reabsorva. A ablação com laser segue o segundo caminho.
A definição do que tratar parte sempre do ultrassom Doppler venoso, que mapeia quais veias estão insuficientes, seu trajeto e a eventual participação da safena no quadro.
Não há uma técnica superior em termos absolutos: há a mais adequada para cada caso. A ablação com laser e a microcirurgia (microflebectomia) tratam o mesmo alvo por caminhos distintos, e cada uma apresenta vantagens em situações específicas.
É realizado na clínica ou no Hospital?
A termoablação com laser endovenoso foi idealizada para ser realizada em ambiente ambulatorial, isto é, no próprio consultório do cirurgião vascular. Porém, o paciente ou o cirurgião podem optar por realizar o procedimento em ambiente hospitalar.
A realização da termoablação com laser endovenoso no hospital é necessária em casos em que o paciente possua problemas de saúde graves ou descompensados (ASA III ou superior), necessite de monitorização especial ou maior tempo de observação após o procedimento.
Pode ser optado ainda pelo ambiente hospitalar quando o paciente deseja receber uma sedação mais profunda ou anestesia geral para realizar o procedimento, ou ainda em casos muito extensos, com muitas varizes, em que o tratamento ambulatorial demandaria um número grande de sessões devido à limitação da dose de anestésico local.
Como funciona a termoablação endovenosa com laser na clínica?
1. Mapeamento vascular com Doppler: antes do procedimento, ultrassonografia com Doppler mapeia a extensão da veias insuficientes, identifica tributárias patológicas e define a estratégia de tratamento.
2. Preparo do material e paramentação: o procedimento é realizado em sala própria com materiais esterilizados e descartáveis, evitando qualquer contaminação na introdução da fibra óptica no interior das veias. Todas as superfícies, equipamentos e os profissionais que entrarão em contato com a fibra óptica são recobertos por material impermeável estéril antes de iniciar o procedimento.
3. Analgesia consciente com óxido nitroso: imediatamente antes da punção, iniciamos a inalação da mistura de óxido nitroso e oxigênio por meio de máscara auto-administrada pela paciente. O efeito analgésico e ansiolítico se instala em cerca de um minuto, permitindo que a paciente permaneça consciente, colaborativa e conversando durante todo o procedimento, mas com percepção dolorosa significativamente reduzida — especialmente no momento da punção e da infiltração da anestesia tumescente, que são as etapas com maior potencial de desconforto. O óxido nitroso é eliminado pela respiração em poucos minutos após a retirada da máscara e não interfere na deambulação ao final do procedimento.
3. Punção venosa e inserção do cateter introdutor: Após anestesia local e com auxílio do aparelho de ultrassom, a veia é puncionada com um cateter sobre agulha (tipo jelco 16G).
4. Posicionamento da fibra óptica: a fibra óptica de laser é inserida através do cateter introdutor, guiada pela veia através da imagem do aparelho de ultrassom e posicionada precisamente no local em que a veia é insuficiente, de acordo com o mapeamento prévio.
5. Anestesia tumescente: o caminho inteiro da veia é infiltrado com solução anestésica local em pequenas quantidades. Isso atinge dois objetivos: anestesia profunda sem necessidade de anestesia geral, e proteção dos tecidos circunjacentes contra o calor do laser.
6. Disparo do laser diodo 1470 nm: guiado pela visualização ultrassonográfica em tempo real, o laser é acionado em potência controlada. Enquanto o cirurgião puxa lentamente a fibra ao longo do vaso (cerca de 1 mm por segundo), o laser dispara continuamente, mantendo a faixa de temperatura (120–140°C) que causa a cauterização térmica da camada interna da veia (endotélio).
7. Retirada da fibra e cateter: ambos são completamente retirados da veia após o procedimento, sendo realizado curativo com fita adesiva esterilizada no local da punção.
8. Compressão: Algodão e meia elástica de compressão (35 mmHg) são aplicados sobre a área tratada. A compressão reduz hematomas e diminui o risco de manchas .
9. Deambulação imediata: logo após o término do curativo e colocação da meia, a paciente já é capaz de ficar em pé, vestir-se e deambular.
O procedimento completo, incluindo todas as etapas acima, tem duração entre 60 e 180 minutos de acordo com a extensão e número de veias tratadas e é realizada na própria clínica em todos os dias e horários de atendimento, de acordo com a disponibilidade de agenda.
O que acontece com a veia após a termoablação com laser?
A ciência já mapeou com precisão cada etapa desse processo — da lesão térmica inicial até a completa absorção do vaso pelo organismo.
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Fase 1 — Lesão térmica imediata (durante o procedimento) - No momento em que o laser é ativado, a fibra óptica emite energia que é absorvida pela parede da veia e pelo sangue residual. Esse processo gera calor intenso e localizado. Estudos demonstram que a alta temperatura na ponta da fibra pode ultrapassar produz uma lesão fototermolítica que atinge toda a espessura da parede venosa (Fan & Rox-Anderson, 2008). A energia térmica provoca desnaturação do colágeno, contração imediata das fibras da parede vascular e colapso do lúmen — ou seja, a veia se fecha sobre si mesma.
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Fase 2 — Morte celular e resposta inflamatória (horas a dias) - Nas primeiras horas após o procedimento, ocorre a morte das células de toda a espessura da veia. A lesão térmica concentra-se inicialmente na camada íntima (revestimento interno) e na porção interna da camada média, com carbonização localizada no ponto de contato da fibra (Corcos et al., 2005, Fan & Rox-Anderson, 2008) Essa fase desencadeia uma resposta inflamatória controlada: o organismo reconhece o tecido lesado e inicia o processo de reparo, com migração de células inflamatórias para o local.
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Fase 3 — Fibrose e remodelamento (semanas a meses) - Com o tempo, o tecido necrótico é gradualmente substituído por fibrose — um tecido cicatricial denso que sela a veia de forma permanente. O vaso, que antes era uma estrutura tubular com fluxo sanguíneo, transforma-se em um cordão fibroso fino, sem função hemodinâmica.
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Fase 4 — Absorção (meses a anos) - Ao longo dos meses seguintes, o organismo reabsorve progressivamente o cordão fibroso residual. Em muitos casos, após 1 a 2 anos, a veia tratada torna-se indetectável ao ultrassom — como se nunca tivesse existido ali. Meta-análises recentes reportam taxas de oclusão (fechamento completo) de 98% no primeiro mês e 94% após um ano de acompanhamento (Jiang et al., 2024).
Como é a recuperação e quais os cuidados pós-sessão?
Uma das principais vantagens do tratamento com laser é a recuperação praticamente imediata. A paciente sai da clínica caminhando normalmente e não precisa de repouso.
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Atividade física leve (caminhada): liberada imediatamente após a sessão.
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Atividade física intensa (academia, corrida): liberado após 5 a 10 dias, dependendo do caso.
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Meia elástica: uma meia com 35 mmHg de compressào 7/8 (altura da raiz da coxa) é colocada imediatamente após a termoablação e permanece na perna até o primeiro retorno após 3 dias. Nesse retorno, a meia 35 mmHG é substituída por uma meia mais fina e elegante com 20–30mmHg. Essa meia deve ser utilizada por 15 a 30 dias, dependendo do caso. Um estudo de metanálise com mais de 1500 pacientes publicado em 2024 mostrou que o uso da meia elástica proporciona maior conforto no pós procedimento e retorno mais rápido às atividades diárias e ao trabalho. (Su L et al, 2024)
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Exposição solar: evitar sol direto na área tratada enquanto houver equimose (roxo). A hemossiderina não é melanina, portanto o sol não causa manchas permanentes, mas a cautela é recomendada durante a fase inflamatória.
Cronograma de acompanhamento completo após termoablação
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Primeiro retorno (após 3 dias) - Nesse retorno são retirados a meia 35 mmHg e os curativos. Realizada orientação quando à colocação e uso da meia elástica 20-30 mmHg.
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Segundo retorno (após 20 a 30 dias) - Nesse retorno é realizado um ultrassom Doppler venoso visando visualizar especialmente o sistema venoso profundo, para se certificar que não houve nenhuma complicação, e as veias submetidas à termoablação, para se certificar que ela estão totalmente ocluídas, evidenciando o sucesso total do tratamento. Nesse retorno também já é possível avaliar e tratar pequenas varizes e vasinhos mais superficiais que estejam presentes, de acordo com o plano de tratamento traçado.
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Terceiro retorno (após 1 ano) - Nesse retorno é realizado um ultrassom Doppler venoso de controle final. Nesse ponto, o esperado é que a veia esteja completamente absorvida pelo organismo e já não seja mais visualizada. Aproveitamos também para reavaliar o funcionamento de todas as outras veias, já que a insuficiência venosa crônica é uma doença incurável e progressiva e veias que eram saudáveis no início do tratamento podem ter se tornado varicosas nesse período.
Quais os possíveis efeitos adversos e complicações?
A ablação endovenosa com laser é considerada um procedimento seguro, mas, como toda intervenção médica, pode apresentar efeitos adversos. Por se tratar da mesma técnica da termoablação de safena, seu perfil de segurança acompanha o da ablação térmica endovenosa em geral:
Comuns e esperados: desconforto leve no trajeto da veia, equimoses (manchas roxas) e a presença temporária de um cordão fibroso endurecido, que tende a regredir em semanas a meses.
Menos frequentes: hiperpigmentação (escurecimento da pele sobre o trajeto tratado), flebite superficial e parestesias (formigamentos), que costumam ser transitórias.
Raros: trombose venosa, queimadura de pele em veias muito superficiais e infecção local.
O acompanhamento com Doppler e a orientação individualizada existem justamente para identificar precocemente qualquer intercorrência.
A descrição detalhada do perfil de segurança, com referências científicas, está disponível na página de termoablação da veia safena, que emprega a mesma tecnologia.
É seguro realizar a termoablação com laser de varizes na clínica?
Sim. É a termoablaçao endovenosa com laser é um dos procedimentos mais estudados da flebologia, com mais de duas décadas de evidência científica. Na maior parte dos estudos científicos realizados, os procedimentos foram feitos em ambiente ambulatorial, sem necessidade de internação hospitalar. Em grande parte dos países desenvolvidos, em especial nos Estados Unidos, esse procedimento é realizado no próprio consultório do cirurgião vascular.
As complicações mais graves desse tipo de procedimento — trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar — são raras e, quando ocorrem, podem se manifestar desde os primeiros dias até aproximadamente 30 dias após o procedimento, quando a paciente já está em casa. (Healy DA et al., 2018) Por isso há a necessidade de acompanhamento frequente com ultrassom Doppler após 3 e 30 dias do procedimento, para detectarmos coágulos (trombos) presentes nas veias, mesmo quando estes ainda não estão causando sintomas.
Além disso, a nossa clínica possui equipamento completo e equipe treinada para o atendimento de emergências, incluíndo desfibrilador e material de reanimação, assim como contrato permanente com empresa de ambulâncias para remoção da paciente para os hospitais próximos em caso de emergência.
Tecnologia utilizada na clínica Dra Juliana Puggina
A clínica conta com equipamentos de última geração para a realização desse procedimento:
• Laser Pioon (Diodo 1470 nm): equipamento de última geração para ablação térmica endovenosa .
• VeinViewer (realidade aumentada): projeta o mapa das veias sobre a pele em tempo real, permitindo visualização precisa de veias nutrizes invisíveis a olho nu
• Ultrassom Sonosite: ultrassonografia de alta resolução para mapeamento vascular completo antes e após o procedimento
• Rotamix Automático Morya: aparelho usado na analgesia consciente com óxido nitroso. oferece precisão e facilidade de uso, a regulagem da porcentagem de Óxido Nitroso e Oxigênio é ajustado automaticamente por um único botão de controle.
As varizes podem voltar após a termoablação com laser?
A veia safena tratada, em si, apresenta taxas de oclusão mantida superiores a 90–94% em 5 anos, com recanalização (reabertura) em apenas cerca de 6 a 10% dos casos nesse período.¹² Ou seja: a veia tratada costuma permanecer fechada. O que pode retornar não é, na maior parte das vezes, a mesma veia — são novas varizes, desenvolvidas em outros territórios venosos ainda saudáveis no momento do tratamento, resultado da progressão natural da doença venosa crônica.
No maior ensaio clínico randomizado com seguimento de 5 anos (Rasmussen et al., 2017), a taxa de reaparecimento clínico de varizes após termoablação foi de aproximadamente 30 a 40% — comparável à taxa da cirurgia convencional de safenectomia (≈35%) e sem diferença estatística entre as técnicas (Kheirelseid EAH, 2018) . Essa é uma informação que nenhum método de tratamento de varizes consegue contornar: a doença venosa é crônica e progressiva, e nenhum procedimento a cura definitivamente. A termoablação trata com alta eficácia o segmento insuficiente no momento do procedimento, mas não impede que outras veias se tornem insuficientes no futuro.
Por isso, o acompanhamento clínico periódico — com exame físico e ultrassonografia vascular de controle ao longo dos anos — é parte essencial do tratamento, e não um sinal de falha. Quando há recidiva, ela costuma ser mais leve do que o quadro inicial e tratável por procedimentos minimamente invasivos complementares (espuma, microflebectomia ou nova termoablação em outro território), sem necessidade de recomeçar do zero.
O que mostram os estudos sobre a ablação de tributárias com laser?
Embora o laser endovenoso seja há mais de duas décadas o padrão para o tratamento da safena, sua aplicação aos ramos tributários é mais recente e vem sendo sistematizada na literatura científica.
As técnicas descritas compartilham o mesmo princípio — punção percutânea da veia, fibra de laser de 1470 nm (em geral radial) e anestesia tumescente — variando sobretudo na forma de acesso e na padronização do método.
Três contribuições recentes ajudam a entender o cenário atual:
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Ablação Térmica Total Assistida (ATTA): Proposta por Amatuzi e colaboradores (J Vasc Bras, 2022), descreve um método padronizado de ablação endovenosa com laser aplicável tanto às veias axiais (como a safena) quanto às tributárias, varicosas ou inestéticas. O trabalho detalha o preparo pré-operatório, a marcação, os materiais, os acessos venosos, a anestesia e o cálculo de potência e energia, sugerindo que o laser possa ser estendido, além dos troncos venosos, a toda veia passível de ser puncionada. (leia o artigo na íntegra aqui)
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Ablação percutânea com fibra radial fina: Utoh e Tsukamoto (Phlebology, 2023) relataram a maior série até hoje: em 1.000 pacientes submetidos a laser de safena, as veias tributárias foram puncionadas com agulha fina (16G) e tratadas com laser de 1470 nm e fibra radial de 1,27 mm. A ablação foi realizada com segurança em 939 pernas, sem queimaduras de pele ou lesões nervosas, e o ultrassom confirmou oclusão completa das veias tratadas após um mês. Os autores posicionam a técnica como alternativa que cobre as limitações da microcirurgia ambulatorial. (leia o artigo na íntegra aqui)
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Ablação Térmica Endovenosa Transfixante (TEThA) : Nara Vasconcelos e colaboradores (Phlebology, 2026) avaliaram, em estudo prospectivo com 22 pacientes (CEAP C2–C6), uma técnica que combina o acesso transfixante com anestesia tumescente. Houve melhora significativa da qualidade de vida, sem complicações relevantes, eventos trombóticos ou necessidade de reoperação, com perfil de segurança favorável. (leia o artigo na íntegra aqui)
Em conjunto, esses estudos indicam que a ablação a laser das tributárias é factível e segura quando bem indicada, com bons resultados de oclusão e de qualidade de vida, e refletem uma tendência consistente de incorporação da técnica à prática vascular contemporânea.
Sobre a autora
Dra. Juliana Puggina é médica cirurgiã vascular.
Formada em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com residência médica em Cirurgia Vascular e Doutorado em Ciências (Ph.D.) pela Universidade de São Paulo (USP).
Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e da American Vein & Lymphatic Society.
Membro do corpo clínico dos principais hospitais de São Paulo como Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês e Hospital Vila Nova Star.
Palestrante em centenas de congressos e eventos nacionais e internacionais
Diretora Científica do Instituto Circular que forma médicos cirurgiões vasculares do mundo todo, que buscam excelência no tratamento das veias.
Conheça as pesquisas científicas da Dra. Juliana


